Primavera 2011 – Antevisão

Portanto, cá estamos nós mais uma vez. Bem-vindos ao Tenko versão 9001, a nossa (minha e do senhor Blue) mais recente investida no mundo dos blogues sobre anime. Primeiramente, não sei até que ponto este blogue será activo, pois ainda não decidimos sobre o quê, exactamente, queremos tratar. Notícias devem aparecer, embora não sobre tudo, e mais sobre coisas que nos interessam. Artigos? Talvez. Certo é, no entanto, que tomamos a liberdade de escrever mais um guia sobre as séries que irão estrear na próxima temporada, totalmente em português, com informação sobre a história e opiniões individuais para cada um dos títulos. Dito isto, espero ao menos conseguir realizar uma espécie de guia destes para as futuras temporadas, pois é algo que tenho prazer em fazer, e sei que, para muita gente, é uma bela ajuda ter toda a informação concentrada num único post e na nossa língua.
Sem mais demoras, portanto, declaro o blogue aberto e espero que desfrutem do post. Para ler, basta clicarem no link a seguir.
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Nome: X-MEN Estúdio / Realizador: Madhouse / Fuminori Kizaki Data de estreia: 01 de Abril de 2011
Descrição: Mais recente investida da Madhouse no mundo das conversões de banda desenhada americana para anime, X-MEN dispensa apresentações. A história desta versão parece estar relacionada a um grupo anti-mutantes conhecido como os U-Men e do desaparecimento repentino de uma rapariga mutante no Japão.
Opinião: A Madhouse já produziu vários outros projectos no molde deste, e, infelizmente, foram todos bastante fracos. Animação má, histórias que pouco ou nada tinham a ver com as séries originais e realização pobre foram só algumas das coisas que marcaram esta enxurrada de adaptações falhadas. Se pode sair algo bom daqui? É claro. A música de abertura do Wolverine chamava-se “FEEL MY CLAWS”, o que me fez rir durante alguns minutos. Quem sabe não conseguem manter a tradição e inventar mais um nome extremamente parvo? |
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Nome: Dog Days Estúdio / Realizador: Seven Arcs / Keizou Kusakawa Data de estreia: 02 de Abril de 2011
Descrição: Na terra de Fronaldo, a república de Biscotti e o reino de Garette enfrentam-se numa feroz guerra. Ao deparar-se com uma possível derrota, a princesa Millhiore de Biscoitti convoca um herói vindo de um universo paralelo para salvar o seu país. O escolhido? Izumi Shinku, um rapaz como qualquer outro, oriundo do Japão, e que será incumbido da missão de se tornar num grande herói, capaz de pôr fim à guerra e trazer a vitória para o reino de Biscotti. Opinião: À primeira vista, isto parece ser uma mistura entre Inukami! e Nanoha. Combinem miúdas em fatos que automaticamente nos lembram das mahou shoujos com furries e têm, então, Dog Days. Normalmente, não daria muita atenção a um título como este, mas o realizador Kusakawa e a Seven Arcs já provaram que são capazes de criar cenas de acção bastante interessantes, portanto estou disposto a arriscar um par de episódios antes de emitir qualquer espécie de julgamento. Além disso, a sempre fantástica Nana Mizuki é que está a cargo do tema de abertura, e eu como bom fã que sou não posso ignorar este pequeno pormenor. |
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Nome: TIGER & BUNNY Estúdio / Realizador: Sunrise / Keiichi Satou Data de estreia: 02 de Abril de 2011 Descrição: Na cidade de Schternbilt, existem indivíduos chamados “Next”, pessoas que utilizam os seus super-poderes para trabalhar em prol da justiça. A vida por ali gira em torno destes heróis, sendo que os mesmos recebem várias recompensas por cumprir com as suas obrigações, existindo até mesmo um programa de televisão destinado a escolher o super-herói do ano. É aqui que entra Wild Tiger, um herói veterano, dono de um passado glorioso e que sempre gostou de agir sozinho. No entanto, a sua paz pode não durar por muito mais tempo, pois o novato Barnaby Brooks Jr. é o seu novo parceiro, e, aparentemente, Brooks não parece estar muito contente com a definição “convencional” do termo super-herói, preferindo antes ser fixe e alternativo. Opinião: Esta nova aposta da Sunrise parece-me ter bastante potencial. Não conheço muita gente do staff, com a excepção do Yoshihiro Ike, que é um compositor fantástico, mas ainda assim sempre fui um fã de histórias de super-heróis. E, neste caso, gosto bastante do aspecto das personagens. Além disso, a história em si passa-me um bocado a ideia de que pode vir a ser uma “versão animada” do filme “Showtime”, onde Robert de Niro e o Eddie Murphy fazem papéis de polícias completamente diferentes e têm de aprender a conviver um com o outro. É um filme engraçado e a química entre as duas personagens funcionava bem, portanto seria engraçado se conseguissem criar algo similar aqui. O único senão, até agora, é mesmo o facto da série ser toda feita em 3D CGI, e, ao contrário do Infinite Stratos, não parece ser CGI de qualidade muito boa. Mas enfim, é uma falha que estou disposto a ignorar. |
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Nome: Nichijou (Everyday Life) Estúdio / Realizador: Kyoto Animation / Tatsuya Ishihara Data de estreia: 2 de Abril de 2011 Descrição: Enquanto o título sugere uma história acerca de uma simples e comum vida escolar, os conteúdos são quase que o contrário. O cenário é uma estranha escola onde poderás ver um director a lutar contra um veado ou um braço de robô a esconder um bolo. No entanto, também vais ver histórias normais, como a de construir um castelo de cartas ou de fazer um teste para o qual tu não estudaste. Opinião: Nova série da KyoAni para além daquela coisa que se intitulava de K-On – parece que apanharam o gosto à adaptação de mangas de comédia, sendo já esta a terceira por parte deles. Quanto ao anime, já circula por aí o episódio 0 da mesma, e os comentários não são lá muito positivos, em geral. Pessoalmente, ainda não tive a oportunidade de o ver, mas as queixas habituais caiem sobre o campo de que a série se torna aborrecida rapidamente: se for verdade, esperemos apenas que melhore nos próximos episódios. A ver! |
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Nome: Toriko Estúdio / Realizador: Toei Animation / Akifumi Zako Data de estreia: 3 de Abril de 2011 Descrição: Num mundo em que o sabor e a textura da comida são muito importantes, existe Toriko, um caçador de receitas preciosas contratado regularmente por restaurantes e por ricos. Um individuo com capacidades sobre humanas para capturar os mais ferozes, mais evasivos e os mais raros animais para completar o seu supremo jantar e um chef chamado Komatsu, o seu mais recente cúmplice: uma pessoa fraca e tímida que foi inspirada pela grandeza de Toriko e que o acompanha em todas as suas viagens na busca pelo melhor jantar da sua vida. Opinião: Um shounen… de um tipo em busca do melhor jantar da sua vida? Originalidade não lhe falta, verdade seja dita. A Toei também já tem uma enorme experiência acumulada de séries anteriores (eu começava aqui a dizer algumas, mas a lista é estupidamente grande), e isso apenas abona a favor de Toriko, mas estilo das mesmas é-me completamente desinteressante e/ou simplesmente banal. Não vai deixar de ser uma coisa para o qual os fãs do género devem ficar de olhos abertos, mas as outras pessoas não vão ter muito para ver aqui. |
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Nome: Hanasaku Iroha (Blooming Flowers ABC) Estúdio / Realizador: P.A. Works / Masahiro Ando Data de estreia: 3 de Abril de 2011 Descrição: Ohana Matsumae é enviada para viver com a sua avó, com quem ela nunca falou ou sequer conheceu, para a sua pousada termal da era Taishou. Esse não é um estilo de vida que Ohana teria escolhido, mas ela decide não desanimar e aproveitar ao máximo as novas circunstâncias em que se encontra.
Opinião: Hanasaku representa um regresso às origens por parte da P.A. Works, depois do desapontante Angel Beats e do ainda pior Canaan. O slice-of-life (mais virado para o drama e romance) é um estilo que eles já exploraram no True Tears, e no qual foram muito bem sucedidos, que se diga de passagem, por isso talvez isto simbolize uma melhoria de qualidade ao nível da série lançada. Infelizmente, o director disto é o mesmo do Canaan, o que me deixa de pé atrás, para ser sincero – vou tentar manter as expectativas razoáveis quanto à série, que vai ser daqueles casos que é mesmo preciso esperar para ver no que resulta. O que é pena, porque ao nível de qualidade técnica, a P.A. Works é do melhor que por aí anda. |
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Nome: Showa Monogatari (Showa-Era Story) Estúdio / Realizador: Wao World / Hiroshi Kugimiya Data de estreia: 3 de Abril de 2011 Descrição: A história segue a família Yamazaki em Tóquio no ano de 1964, data em que o Japão recebeu os Jogos Olímpicos de Verão. Opinião: Descrição pequena, mas é difícil encontrar mais informações por aí acerca da série. O estúdio está a tentar vendê-la como algo direccionado para pessoas mais velhas, uma espécie de “slice-of-life” histórico para esse demográfico, mas nada impede que outros a vejam. É o primeiro anime do director e é das poucas séries desenvolvidas pela Wao World, por isso não há grande maneira de confirmar se vai ser bom ou não, mas parece-me que já foram lançados alguns episódios numa ordem estranha e em datas (aparentemente) aleatórias e que os comentários de quem viu até foram decentes – é aquilo mesmo que anuncia ser, um retrato realista do Japão nessa época no ponto de vista de uma família. O que até parece ser interessante, para variar. |
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Nome: Oretachi ni Tsubasa wa Nai (Under the Innocent Sky) Estúdio / Realizador: Nomad / Shinji Ushiro Data de estreia: 3 de Abril de 2011 Descrição: Baseado no eroge homónimo, Oretachi ni Tsubasa wa Nai é o mais recente título da Navel, criadores de histórias como Shuffle! e Soul Link, a ser adaptado para anime. A história conta-nos a vida de três rapazes, Takashi, Shusuke e Hayato e a maneira como cada um lida com os seus problemas e amizades. Opinião: Ora, este caso é o completo oposto do que se passa com o Steins;Gate. Enquanto um tem um staff com experiência por detrás, o outro conta com nomes sem qualquer espécie de brilho e que dificilmente inspiram confiança. Como se não fosse suficiente, o eroge é bastante aclamado pelos fãs japoneses e a opinião geral é de que se já seria bastante difícil fazer uma boa adaptação com 24 episódios, com 12 é praticamente impossível, pois não há maneira de conseguirem dar a devida importância a todos os mais variados acontecimentos. Assim sendo, é complicado esperar o que quer que seja daqui, e muito provavelmente será mais uma adaptção a juntar-se à lista dos bons eroges que não conseguiram vingar com suas versões animadas. |
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Nome: Gintama (Silver Soul) Estúdio / Realizador: Sunrise / Yoichi Fujita Data de estreia: 4 de Abril de 2011 Descrição: Durante o período Edo, o Japão sofreu um grande choque cultural: primeiro, os extraterrestres invadiram a Terra, derrubaram o governo do país, proibiram o transporte de espadas por parte dos outrora orgulhosos samurais, e, para além disso, esses mesmos extraterrestres roubaram o trabalho das pessoas e actualmente utilizam-nas como escravas. Seguindo a corrente, Gintoki Sakata, um enigmático samurai vagabundo cuja marca pessoal é não só o seu permanente cabelo prateado, mas também o seu amor por tudo o que seja doce e pelo seu vício pela Shounen Jump, está a viver à custa desta caótica era. Opinião: Passado pouco mais que um ano, e como que se 201 episódios não chegassem, Gintama continua! Eu por acaso comecei a ver a série há pouco tempo e do que vi, para além de ter uma das histórias mais ridículas de que me consigo lembrar, Gintama até era extraordinariamente bom! Não sei se a série se mantém ao mesmo nível passados tantos episódios (já levou com um director diferente e tal), mas ainda há muita a gente a segui-lo como se fosse a melhor coisa desde o pão fatiado [também está em 2º lugar dos melhores animes de sempre no MAL (lol, MAL)], portanto é uma questão de acreditarem nelas. Ou não, vocês é que sabem. Do que vi, no entanto, a comédia tinha piada, o setting era imaginativo, as personagens interessantes e a arte e a animação nada que provocasse cancro nos olhos, por isso decidam se querem ver uma coisa com mais de 66 horas de conteúdo (o que me lembra que tenho que o continuar a fazer)! |
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Nome: Sengoku Otome ~Momoiro Paradox~ Estúdio / Realizador: TMS Entertainment / Hideki Okamoto Data de estreia: 4 de Abril de 2011 Descrição: A continuar a recente moda de transformar coisas de pachinko em séries animadas, Sengoku Otome segue uma rapariga chamada Hideyoshi que, misteriosamente, é transportada para um mundo bastante similar ao período sengoku. A única diferença é que, por alguma razão, este sítio é única e exclusivamente composto por mulheres, incluindo, como é óbvio, Oda Nobunaga, que necessita da ajuda de Hideyoshi para encontrar uma armadura especial que permitir-lhe-á dominar o mundo. Opinião: Se Rio – Rainbow Gate – (outra série adaptada de pachinko) for alguma indicação, isto não vai ser lá muito bom. Rio é aquela série em que até a pessoa responsável pelos storyboards mandou mensagens via Twitter a afirmar que “a história, da maneira que está a ser contada, não faz qualquer sentido”. É necessário convir, no entanto, de que dificilmente uma série baseada numa máquina de pachinko viria a ter uma boa história, e como tal, talvez a decisão de escrever algo completamente sem sentido não seja tão má quanto isso. Entre as piadas absurdas e as meninas parcialmente nuas, ainda é possível encontrar um resquício de diversão que muito provavelmente não existiria numa narrativa mais séria. |
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Nome: Tono to Issho: Gantai no Yabou Estúdio / Realizador: Gathering / Mankyū Data de estreia: 4 de Abril de 2011 Descrição: Segunda temporada da série baseada no 4-koma gag manga que acompanha as cómicas façanhas dos generais durante a tumultuosa época Sengoku do Japão. Opinião: Eh, nunca vou conseguir achar piada a séries de gags históricas de um determinado país – é praticamente impossível, vão ser sempre culturas completamente diferentes; para além de que o conhecimento da história de coisas que não a nossa própria nação vai sempre primar-se pela ignorância, de um modo geral. |
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Nome: Kaiji: Hakairoku Hen Estúdio / Realizador: Madhouse Studios / Yuzo Sato Data de estreia: 5 de Abril de 2011 Descrição: Já passaram vários meses após o “Castelo do Desespero” ter acabado. Itou Kaiji, agora ainda com mais dívidas, desaparece completamente da sociedade e até o agiota Endou abandona a sua busca por Kaiji quando vê que dois carros estacionados ao lado do seu foram brutalmente danificados… por alguém. Opinião: GAMBLING COMPULSIVO! Heh, bem, Kaji é daquelas séries que nunca me tinha despertado grande interesse até ter lido mais acerca dela, e tenho que admitir que depois de o fazer, a história até parece bastante interessante (e deve-o ser, mesmo, tendo em conta a quantidade de pessoas que estão à espera disto). Adaptando duas histórias do segundo manga, esta temporada deve dar algum seguimento aos eventos da primeira – é de esperar que não seja recomendado começar a ver a série se não viram a primeira, mas talvez sirva de incentivo a algumas pessoas para entrar no mundo de Kaiji. |
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Nome: Steins;Gate Estúdio / Realizador: WHITE FOX / Takuya Sato e Hiroshi Hamasa Data de estreia: 05 de Abril de 2011 Descrição: Adaptação da visual novel com o mesmo nome, Steins;Gate conta a história de um grupo de amigos conhecido por criar as mais inúteis invenções. Ou, pelo menos, assim o era, pois um dia, enquanto tentavam desenvolver um mecanismo que ligasse um micro-ondas ao telemóvel, por acaso deram origem a um micro-ondas capaz de enviar mensagens de texto para o passado! Após conduzirem várias experiências, uma organização chamada SERN, que demonstra interesse em viagens no tempo, começa a persegui-los, e cabe a eles encontrar uma forma de escapar à captura! Opinião: Steins;Gate é um daqueles nomes que já desperta o meu interesse desde a época em que o jogo foi anunciado. A arte, da autoria de huke, era extremamente única, e a história sobre viagens no tempo parecia-me extremamente interessante, em especial porque sou fã de narrativas como a do ever17. O jogo, até hoje, não foi traduzido, mas a série está aí e pode vir a facilitar as coisas para todas as pessoas que, tal como eu, não sabem japonês suficiente para ler o material original. A maior surpresa até agora é que, ao contrário do que todos esperavam, a série irá ter 24 episódios, o que de acordo com os fãs do material original deverá proporcionar tempo suficiente ao staff para criar uma boa adaptação. Além disso, o primeiro episódio foi exibido num evento há pouco tempo atrás, e os fãs pareceram todos aprovar o que viram, elogiando o pacing e a animação. Quem sabe não sairá daqui uma das raras adaptações de visual novels de boa qualidade? |
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Nome: 30-sai no Hoken Taiiku (A Thirty-Year Old’s Health and Physical Education) Estúdio / Realizador: Tatsunoko Productions / Mankyū Data de estreia: 6 de Abril de 2011 Descrição: De acordo com o jornal gratuito da Mainichi, este anime, baseado numa série de livros de instruções, irá ensinar homens tímidos que tenham perto dos 30 anos a namorar e a ter relações com mulheres. Opinião: Finalmente, alguma coisa útil para o demográfico da maioria dos animes. |
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Nome: Sket Dance Estúdio / Realizador: Tatsunoko Productions / Keiichiro Kawaguchi Data de estreia: 7 de Abril de 2011 Descrição: A história do manga centra-se nas (des)aventuras do “Grupo de Suporte do Campus” ou “Sket-Dan”, da Academia Kaimei, um grupo dedicado à resolução de todos e quaisquer problemas trazidos pelos membros ou pelo corpo de estudantes para melhorar a vida no campus. Geralmente, devido à ausência de problemas relevantes e à reputação do pouco prestigiado grupo dos seus “faz-tudo”, a organização é tratada com desdém e é apenas composta por três pessoas. Opinião: Mais shounen para a cabeça! Same old, same old, parece-me, mas o manga até é considerado relativamente bom, por isso se a adaptação por parte da Tatsunoko se safar talvez ainda haja esperanças para isto. Claro que digo isto de um modo muito céptico, no entanto, porque na verdade não imagino qualquer chance remota da série sair algo interessante para a minha pessoa, independentemente do que faça. Haja saúde para shounens. |
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Nome: Hyouge Mono (Tea for Universe, Tea for Life) Estúdio / Realizador: BEE TRAIN / Koichi Mashimo Data de estreia: 7 de Abril de 2011 Descrição: Durante a era da guerra civil e ao mesmo tempo que a influência de Nobunaga Oda ainda se espalhava pela terra, o caudilho Furuta Sasuke foi vítima da cerimónia de chá, perdendo assim a sua alma. Enquanto a guerra devorava o mundo à sua volta, o próprio precisava triunfar face ao seu conflito interno entre a sua ambição de ser promovido e a sua paixão pela arte. Opinião: Esta é uma daquelas séries que aparenta abordar um tema mais adulto, com uma abordagem condizente. Pessoalmente, não parece ser o tipo de material que me agrada, mas compreendo que muita gente procura exactamente isto numa série, e, como tal, talvez seja do interesse de muitos. O que me deixa preocupado, no entanto, é a presença do realizador Koichi Mashimo. Responsável por séries como El Cazador de la Bruja e Noir, ganhou fama (merecida, na opinião deste que vos escreve) de ser incapaz de realizar qualquer coisa minimamente excitante. Por fim, e numa nota positiva para os apreciadores de música, o compositor Kou Otani vai estar a cargo da banda sonora, e o mesmo é sinónimo de qualidade na maior parte das vezes. |
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Nome: A Channel Estúdio / Realizador: Studio Gokumi / Manabu Ono Data de estreia: 7 de Abril de 2011 Descrição: Baseado no manga de 4 painéis de Kuroda BB, a história de A Channel baseia-se no dia-a-dia de quatro estudantes do secundário: a versátil Run, a imprudente Tooru, a tímida Yuuko e a equilibrada Nagi. Opinião: Com o director do Dragonaut a cargo disto, tenho largas dúvidas quanto às possibilidades de sair daqui alguma coisa decente. Para além de que o setting da série é do mais banal possível tendo em conta que não, a descrição não está incompleta e é mesmo a história da coisa. Claro não é possível inferir a qualidade de uma série somente através disto, e há muito anime cuja descrição seria quase a mesma coisa e que não deixa de ser excelente (Azumanga Daioh, por exemplo) … mas são casos raros. |
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Nome: Dororon Enma-kun: Meeramera Estúdio / Realizador: Brains Base / Yoshitomo Yonetani Data de estreia: 7 de Abril de 2011 Descrição: Remake da série Dororon Enma-kun, baseado no manga homónimo escrito por Go Nagai, criador de Mazinger, a série transporta-nos para Tóquio durante a década de 70, num mundo onde os youkais realizam ataques constantes contra a raça humana. É aí que entra a Patrulha Youkai, um grupo enviado do inferno composto por Enma, a Princesa Yukiko e Kapaeru, cujo único objectivo é a exterminação dos invasores. Opinião: É escrito pelo Go Nagai e só isso já deveria ser razão suficiente para interessar a qualquer pessoa. Um dos homens mais respeitados da indústria, criador de várias e várias séries de renome, tal como o anteriormente citado Mazinger. A arte tem um quê de jovialidade que aprecio bastante, e a história, embora simples, é perfeita para mindless shounen action. O realizador está habituado a trabalhar em séries de super mechas, o que é bom sinal, pois não deveram faltar os típicos momentos hot-blooded, algo clássico em títulos como este. Resumindo, provavelmente não irá ser revolucionário, mas tudo aponta que irá ser extremamente divertido de se ver. Estou dentro. |
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Nome: Maria+Holic Alive Estúdio / Realizador: SHAFT / Akiyuki Shinbo Data de estreia: 07 de Abril de 2011 Descrição: Nova temporada da série baseada no manga homónimo. A história centra-se na vida de Kanako, uma rapariga que sofre de um medo terrível de homens e que, para fugir desta realidade, ingressa numa escola frequentada somente por raparigas. Logo em seu primeiro dia de aulas encontra alguém que pensa ser o seu par romântico perfeito, Mariya, uma jovem encantadora e bastante bem vista por seus colegas. A relação, no entanto, não será fácil, pois Mariya esconde um pequeno segredo – -“ela”, na realidade, é “ele”! Em face a esta revelação, Kanako coloca-se em todo o tipo de problemas, e vê-se, então, obrigada a conviver com aquilo que estava decidida a evitar: um homem. Opinião: Mais outra comédia da combinação SHAFT/Shinbo, Maria+Holic é uma série fácil de descrever. Basicamente, não possui e não faz nada de terrivelmente original, e, como tal, para todas as pessoas que pensam que após terem visto uma das inúmeras comédias realizadas por Shinbo já viram todas, a mesma não consegue oferecer argumentos que as façam mudar de ideias. Por outro lado, se, tal como eu, ainda conseguem achar graça às várias maluquices visuais típicas dos trabalhos cómicos do Shinbo, está aqui algo que quase de certeza irá vos proporcionar alguns momentos de diversão. No mais, devo dizer que graças a alguns tweets de membros da produção, parece que o terramoto está a atrapalhar o trabalho, e pode ser que tenhamos problemas em termos de aspecto e animação graças a isso. Estimo que não, mas a indústria já provou que o Shinbo não é o realizador mais organizado, e mesmo sem desastres naturais muitas vezes os episódios das suas séries foram ao ar incompletos… |
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Nome: Softenni (Soft Tennis) Estúdio / Realizador: Xebec / Ryouki Kamitsubo Data de estreia: 7 de Abril de 2011 Descrição: Kasuna Asuna é uma rapariga que frequenta o ciclo e que pertence a um clube de soft ténis. O seu objectivo é ganhar o campeonato nacional, mas tal sonho já foi a outros lados na sua vida escolar cheia de fantasias e acidentes ecchi. Opinião: Insiram piada genérica aqui. Ou talvez seja demasiado óbvio? É que é mais uma das habituais séries da Xebec, não é como se a este ponto alguém ainda estivesse à de alguma coisa de especial. Mas hey, tem ténis. Melhor, soft ténis. Brutal. |
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Nome: Yondemasuyo, Azazel-san Descrição: Akutabe, um detective, convoca demónios para resolver os problemas dos seus clientes Um dia, Azazel Atsushi, um demónio de baixa classe, é convocado por Akutabe e usado severamente por ele e pela sua assistente, Rinko Sakuma. Opinião: Yondemasuyo, Azazel-san tem a aparência de ser uma daquelas comédias by the book, que não são más per se, mas que também fazem pouco para impressionar. O OVA lançado o ano passado também não fez muito para apaziguar os meus medos quanto ao anime, por isso, não tenho grandes esperanças acerca do mesmo. Talvez tenham melhorado a coisa para o lançamento da série propriamente dita, mas duvido. |
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Nome: Hen Zemi (Abnormal Physiology Seminar) Estúdio / Realizador: Xebec / Takao Kato Data de estreia: 8 de Abril de 2011 Descrição: Matsutaka Nanako é uma estudante universitária normal, que aconteceu inscrever-se num seminário de Fisiologia Anormal. Ela tenta manter a sua estabilidade mental, mas os seus colegas anormais começam a influenciar a sua personalidade. Opinião: A não ser que o mundo tenha mudado drasticamente no espaço de tempo que gastei a escrever esta frase, a Xebec tem andado a lançar coisas decentes tanto quanto o Justin Bieber tem aprendido a cantar. Ou a Rebecca Black. FRIDAY, FRIDAY, FRIDAY. Ou, talvez não. |
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Nome: Sekai-ichi Hatsukoi (World’s Biggest First Love) Estúdio / Realizador: Studio DEEN / Chiaki Kon Data de estreia: 08 de Abril de 2011 Descrição: Ritsu Onodera é um rapaz orgulhoso que não gosta de pedir ajuda aos seus familiares, mas devido às circunstâncias, aceita um trabalho como editor na empresa dos seus pais, a Marukawa Books. Não obstante, passou a ficar responsável pelo departamento dos mangas shoujo, um género pelo qual ele não nutre nenhuma espécie de simpatia. Por fim, o editor-chefe, Masamune Takano, parece ser uma pessoa extremamente complicada de se lidar. No entanto, o que se segue não é um martírio, e sim uma história sobre o primeiro amor. Opinião: Linda história sobre o primeiro amor entre dois gajos. Acho que não. Para piorar, é produzido por staff horroroso da DEEN, com a Chiaki Kon, assassina de gatinhos e gaivotas, a realizar. Preciso dizer mais? Espero que não. A única coisa boa que vejo aqui são os seiyuus, porque nomes como Katsuyuki Konishi e Hiroshi Kamiya estarão presentes. Mas o preço a pagar por isso são histórias voltadas para um público feminino. Se são raparigas e gostam destas coisas, força. Caso contrário, mantenham-se afastados. |
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Nome: Ring ni Kakero 1 Sekai Taikai-hen (Put It All in the Ring 1: World Tournament Chapter) Estúdio / Realizador: Toei Animation / Hiroshi Ikehata Data de estreia: 10 de Abril de 2011 Descrição: Mais nova entrada da série Ring ni Kakero, originalmente criada por Masami Kurumada, pai de Saint Seiya, Sekai Taikai-hen é uma sequela directa da última série e começa logo após a vitória da equipa “Team Japan Jr.” contra os Estados Unidos. Desta feita, é chegada a hora de finalmente competirem no torneio mundial de boxing. Opinião: Confesso que pouco ou nada sei sobre esta série, mas a olhar para o staff há algumas coisas que chamam a atenção. Primeiramente, o facto de ter sido criado pelo Kurumada: Saint Seiya é uma série fantástica, e se isso servir como indicador, é complicado imaginar que Ring ni Kakero seja mau. Além disso, a série está a ser escrita por Yousuke Kuroda, que já fez óptimos trabalhos, como Honey and Clover (S2) e Mugen no Ryvius. Pessoa com talento, parece-me que os fãs do manga e das prequelas animadas provavelmente irão desfrutar de uma boa adaptação. Para os restantes, nada de muito interessante. |
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Nome: Lotte no Omocha! (Lotte’s Toy) Estúdio / Realizador: Diomedea / Fumitoshi Oizaki Data de estreia: 11 de Abril de 2011 Descrição: Enquanto procurava por um emprego, Naoya conhece uma misteriosa rapariga que o leva para um mundo diferente. Lá, ele é apresentado ao harem da grande rainha succubus Lotte. Graças a um trauma infantil, Lotte odeia homens e vive rodeada de todo o tipo de mulheres, cada qual com a sua própria peculiaridade. Naoya, num primeiro momento, pensa em ir embora, visto não ter uma boa opinião de Lotte, pois considera-a uma pessoa um tanto quanto egoísta. No entanto, ao perceber de que a mesma levava uma vida extremamente solitária, reconsidera a sua decisão e concorda em ficar a viver neste novo mundo, a fazer-lhe companhia. Opinião: Ora… vamos lá. A premissa acima é mesmo o básico do básico. No entanto, parece-me que a história segue uma linha em que a Lotte, para continuar com aspecto bonito e jovem (leia-se, 10 anos), precisa consumir uma substância chamada sauzfryma, vulgarmente conhecida por nós, meros humanos, como sémen. A sério. Dito isto, tenho a certeza que cada um irá julgar apropriadamente se isto é ou não de seu interesse. Eu, pessoalmente, estimo ficar longe. Bem longe. |
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Nome: Hoshizora e Kakaru Hashi (A Bridge to the Stars) Estúdio / Realizador: Dogakobo / Takenori Mihara Data de estreia: 11 de Abril de 2011
Descrição: Kazuma acabou de se mudar para uma pequena cidade. Após perder-se enquanto procurava o caminho para a sua nova escola, ele conhece Ui, e ambos decidem ir para a escola juntos! Mas é logo depois que algo fantástico acontece! Kazuma tropeça e acidentalmente beija Ui em frente a várias pessoas, incluíndo Ibuki, uma amiga íntima de Ui! E agora, o que irá acontecer na vida deste pobre rapaz?! Não percam o próximo episódio, porque nós também não!
Opinião: Que grande sinopse. Fui eu que escrevi isto? Não pode. Enfim, do pouco que encontrei sobre isto, parece que é adaptação de outro moege e que não deverá acrescentar nada de novo a um género que, por si só, já não tem muita piada. No entanto, se gostam dessas histórias leves de romance entre estudantes e que não requerem muito do espectador, talvez seja uma boa pedida. Fica o aviso, no entanto, de que a produção está a cargo da Dogakobo, responsável pela péssima adaptação de 11eyes, e os próprios fãs parecem estar seriamente preocupados com o que poderá sair daqui. |
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Nome: Yu-Gi-Oh! ZEXAL Estúdio/ Realizador: GALLOP / Satoshi Kuwahara Data de estreia: 11 de Abril de 2011 Descrição: A famosa série focada no popular jogo de cartas está de volta.. A história de ZEXAL gira em torno de Yuma Tsukumo, o típico adolescente com má fama e que não perde uma única oportunidade para arranjar problemas. Durante um duelo contra Ryoga, algo estranho acontece e um ser conhecido apenas como Astral aparece diante de Yuma, prometendo-lhe poder em troca daquilo que lhe é mais precioso. Opinião: Não há muito para falar sobre Yu-Gi-Oh!. A quarta série da franquia, ZEXAL parece ser o típico mais do mesmo. No entanto, como fã de longa data, a impressão que tive após ler os dois primeiros capítulos do manga é de que há uma séria tentativa de reviver a atmosfera da primeira temporada, com entidades estranhas e misteriosas e uma história mais… trabalhada. O problema é que o Astral não aparenta ter metade do carisma do faraó, e as personagens principais sofrem da síndrome do GX, ou seja, tratam-se todos de miúdos em idade escolar e que têm de dividir o seu tempo entre duelos e parvoíces da escola. Pessoalmente, a grande piada da série original sempre foi a sua capacidade de inventar vilões absurdos e os duelos completamente desproporcionais, onde o destino da terra decidia-se com o “coração das cartas”. Em comparação, a vida de um amontoado de crianças numa escola parece um tanto quanto monótona, não é? Mas enfim, estou certo de que ainda vou ver uns quantos episódios, pois a série YGO! é aquilo a que podemos chamar um guilty pleasure da minha pessoa. |
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Nome: Kami nomi zo Shiru Sekai 2 (The World God Only Knows Season 2) Estúdio / Realizador: Manglobe / Shigehito Takayanagi Data de estreia: 11 de Abril Descrição: Keima Katsuragi é conhecido na internet como um Deus a seduzir raparigas enquanto na realidade não passa de um “otamegane” (otaku de óculos) que as odeia. No entanto, ele acaba por ser abordado por Elsie, um demónio do inferno, para a ajudar na captura de espíritos fugitivos que se escondem dentro de pessoas. Aparentemente, eles apenas se escondem nos corações de raparigas, e a única forma de os expulsar é fazendo com que elas se apaixonem. Já em relação a ele, não lhe é permitido um falhanço, sob o risco de perder a cabeça. Opinião: Heh, como é que isto vai ter uma segunda temporada? Bem, talvez não devesse estar tão surpreso tendo em conta que até o Qwaser está a levar com uma, mas é que a primeira sofreu de um caso de “meh” tão severo que nunca pensei que tal fosse acontecer. De qualquer das maneiras, e como podem ler na descrição da série, não há absolutamente nada para ver aqui, continuem a andar. |
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Nome: Seikon no Qwaser II (The Qwaser of the Stigmata II) Estúdio / Realizador: Hoods Entertainment / Hiraku Kaneko Data de estreia: 11 de Abril de 2011 Descrição: Sequela do primeiro Seikon no Qwaser, a história irá seguir os passos de Sasha, e a sua tentativa de infiltração numa escola só para mulheres. Hana irá acompanhá-lo, e ambos partirão à procura de algo conhecido como a “Magdala of Thunder”.
Opinião: O primeiro Qwaser é a típica série que as pessoas com uma tolerância maior para fanservice e coisas do género são capazes de desfrutar, enquanto eu, por cá, prefiro manter-me longe. Contudo, vale a pena destacar que a série apresentava animação bastante acima da média ocasionalmente, e se, tal como eu, têm um interesse por essa área, talvez esteja aqui uma razão para darem uma espreitadela. Por outro lado, podem simplesmente estar interessados nas complexas mecânicas de absorção de poderes por meio das mamas das mais variadas senhoras. O que é igualmente justo. |
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Nome: [C] The Money of Soul and Possibility Control Estúdio / Realizador: Tatsunoko Production / Kenji Nakamura Data de estreia: 14 de Abril de 2011 Descrição: Uma das duas novas séries do bloco noitaminA, da Fuji TV, C (ou Control) é o mais recente projecto do realizador Kenji Nakamura, conhecido por seu trabalho em Mononoke e Trapeze. Num mundo onde o Japão acaba de ser salvo de um colapso económico graças a um grupo conhecido como “Grupo Soberano de Riqueza”, as condições de vida continuam a ser absolutamente lastimáveis. A pobreza não dá sinais de diminuir, e o número de homicídios e suicídios aumenta a cada dia. É neste cenário desesperador que vive Kimimaro, um estudante normal, cujo único sonho é levar uma vida calma e estável, sem nenhum tipo de sobressaltos. Isto, é claro, antes do acontecimento que irá a mudar o seu destino. Após conhecer um misterioso homem que lhe oferece uma enorme quantia de dinheiro sob a forma de um empréstimo, Kimimaro é atraído para um estranho lugar conhecido como o “Distrito Financeiro”. Que espécie de consequências trará, então, este encontro? Opinião: Kenji Nakamura!! Se há algum realizador que automaticamente desperta o meu interesse, independentemente da premissa e tudo mais, este é um deles. No entanto, abordo este novo projecto com uma certa carga de cepticismo, pois ao contrário do que parece ser a opinião mais comum, não sou grande apreciador do seu último trabalho, Trapeze. Não desgostei, e está longe de ser horrível, mas parece-me que o Nakamura tentou demasiado criar algo visualmente diferente, e o resultado foi algo extremamente artificial e sem nenhum apelo estético. Ainda assim, gosto de acreditar que o homem por trás de Mononoke não perdeu o jeito, e que este será o seu retorno à boa forma. Tem tudo para isso, pois a história aparenta ser interessante, o desenho das personagens tem um estilo bastante único e agradável, e, por último, o compositor Taku Iwasaki irá emprestar os seus talentos à série. E embora (também) não esteja muito feliz com os últimos trabalhos do Iwasaki, desde que passou a abusar da vertente rap, é outra pessoa com provas mais do que dadas, e, se quiser, capaz de providenciar uma banda sonora da melhor qualidade. Fico à espreita. |
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Nome: Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai (We still don’t know the name of the flower we saw that day) Estúdio / Realizador: A-1 Pictures / Tatsuyuki Nagai Data de estreia: 14 de Abril de 2011 Descrição: Seis amigos de infância cresceram afastados durante o secundário. Um deles é Jintan, agora um recluso. Ele recebe um pedido para cumprir um desejo para Menma, a sua única amiga que se manteve igual ao longo dos anos. Para o fazer, ele irá ter que encontrar e reunir os seus antigos amigos. Opinião: Hajam coisas boas! Agora na A-1, temos uma série do director do Honey and Clover 2 que vai directamente para o slot da noitanimA, reputado (e com razão) de ter das melhores séries de qualquer temporada. Adicionando a isto o facto de que a nível técnico, o anime parece estar com um aspecto excelente (característica comum do estúdio, a este ponto), temos aqui um forte candidato a série da temporada! Esperemos que ela cumpra as expectativas, e não acabe nas ruas da amargura (por uma ou outra razão) como aconteceu a muitas das outras coisas que foram lançadas pela A-1 nos últimos anos. |
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Nome: Hidan no Aria (Aria the Scarlet Ammo) Estúdio / Realizador: J.C. Staff / Takashi Watanabe Data de estreia: 14 de Abril de 2011 Descrição: A história centra-se na Escola Secundária de Tóquio para Butei, uma escola especial onde detectives armados – “Butei” – aprendem a usar armas. Kinji Tooyama é um estudante de segundo ano que tem uma habilidade especial, mas que a guarda em segredo de modo a manter uma vida pacífica e vulgar. No entanto, quando ele é apanhado no meio de um atentado terrorista a caminho para a escola, encontra H. Aria Kanzaki, a mais poderosa estudante Butei de Classe-S nos Estudos de Assalto. Opinião: Uhm, onde é que eu já vi isto… decerto que não foi numa série proveniente mesmo estúdio que se dá pelo nome A Certain Magical Index, pois não? Sigh, J.C. Staff, eu gosto de ti, a sério que sim, mas a última coisa que eu (e muita gente) quero é mais uma coisa destas. Já percebemos que gostas de produzir a mesma história em cenários diferentes milhentas vezes (olá Index, Shana, Zero no Tsukaima e até um certo ponto, Toradora) e já percebemos que tens um fetiche pouco saudável pela Kugimiya Rie, mas tu consegues fazer coisas tão melhores. BELIEVE! Lembras-te quando nos trouxeste o Honey and Clover, um dos melhores animes de sempre? Lembras-te o quão maravilhoso isso foi? Volta a fazê-lo (March Comes in Like a Lion, hint hint)! Eu acredito em ti! |
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Nome: Denpa Onna to Seishun Otoko (Electric Wave Woman and Vernal Man) Estúdio / Realizador: Shaft / Akyuki Shinbo Data de estreia: 14 de Abril de 2011 Descrição: A história passa-se em volta de um estudante do secundário chamado Niwa Makoto. Ele vive com a família da sua tia, tendo em conta que os seus pais estão no estrangeiro em trabalho. É lá onde ele conhece a sua misteriosa prima Touwa Erio com a mesma idade que a sua, que costuma atar um colchão futon à volta da parte de cima do seu corpo e que é um extraterrestre autoproclamado. Erio desapareceu durante meio ano e foi encontrada a flutuar no mar – não se lembrando de nada do que tenha acontecido nesse período de tempo, ela começa a pensar que foi um acto de um extraterrestre que vagueia pelo bairro embrulhado num futon. Opinião: Eu… o quê? Podia afirmar que esta adaptação é um severo caso de SHAFT BEING SHAFT, mas isto é demasiado aleatório, mesmo para eles. Ou para o Shinbo (haverá alguma série actual da Shaft em que ele não seja director?), se tal coisa existir. Bem, de qualquer maneira, não há muita informação acerca da série para além das ocasionais sinopses e artworks, razão pela qual não posso fazer grandes estimativas acerca disto. Embora verdade seja dita, isto é de quem é, portanto não há-de variar muito daquilo que ele nos tem vindo a habituar. |
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Nome: Deadman Wonderland Estúdio / Realizador: Manglobe / Koichi Hatsumi Data de estreia: 16 de Abril de 2011 Descrição: Ganta Igarashi dá consigo preso após o Homem Vermelho ter morto a sua turma inteira, deixando-o apenas a ele vivo para arcar com as culpas. Enviado para o “Deadman Wonderland”, uma prisão/parque temático onde os prisioneiros têm que satisfazer uma audiência, Ganta tem agora que vingar os seus colegas de turma e matar o Homem Vermelho, mesmo que para isso tenha que desenterrar os obscuros e horríveis segredos dessa prisão. Opinião: Proveniente de um manga consideravelmente bem reputado, Deadman Wonderland aparenta ser uma das melhores séries desta temporada de Primavera. De facto, se lerem a descrição, a história pode chegar a ser obscenamente interessante consoante o rumo que derem à mesma. O único senão no meio disto tudo é que é a primeira experiência do director da série nessa posição, o que pode dar acabar por dar barraca. O facto de ainda não ter saído nenhum trailer também não abona a favor da série, mas tendo em conta que é a Manglobe que está a cargo disto, estou confiante daqui só pode sair coisa boa. Agora é cruzar os dedos. |
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Nome: Ao no Exorcist (Blue Exorcist) Estúdio / Realizador: A-1 Pictures / Tensai Okamura Data de estreia: 17 de Abril de 2011 Descrição: A mais nova aposta do Nichigo, timeslot mainstream das tardes de domingo, por onde já passaram séries como Fullmetal Alchemist: Brotherhood e Star Driver, Blue Exorcist pode ser definido pela seguinte questão: O que aconteceria se o filho de Satanás decidisse tornar-se um exorcista para lutar contra o seu pai? A história passa-se num mundo “dividido” em dois — Assiah e Gehenna. Os humanos residem no primeiro, e, em contrapartida, os demónios têm o segundo como seu lar. Em condições normais, um mundo não deveria interferir com os outro, mas, ainda assim, os demónios continuam a invadir Assiah por meio da possessão de pessoas. Na esperança de conseguir um corpo que fosse capaz de suportar o seu poder em Assiah, o rei dos demónios teve um filho com uma mulher humana, Rin Okamura. No entanto, nem tudo parece seguir os seus planos, pois após assassinar o pai adoptivo de Rin na esperança de o levar novamente para Gehenna, este revolta-se contra Satanás e decide tornar-se um exorcista, na esperança de derrotar o seu verdadeiro pai. Opinião: Assim que foi anunciado, a primeira coisa que Blue Exorcist me lembrou foi Fullmetal Alchemist. Por quê? O manga ainda não acabou e é relativamente novo, mas já está a ser adaptado para anime. Além disso, não se trata de mais um projecto longo e sem fim à vista, pois já foi anunciada a duração de dois cour (26 episódios). Por último, ambas as séries foram produzidas por estúdios com uma certa credibilidade e nomes que inspiram confiança. Neste caso, a A-1 Pictures e o realizador Tensai Okamura, conhecido por trabalhos como Wolf’s Rain e Darker than BLACK. Dito isto, o prospecto de ver algo com uma história minimamente interessante, bastante acção, bem animado e que sabe o que quer ser é bastante apelativo. E se animação não é um grande chamativo, não há problema, pois a série conta com uma lista de seiyuus invejável também: Fukuyama Jun, Hiroshi Kamiya, Hanazawa Kana e Fujiwara Keiji estão confirmados. |



































28 de Março de 2011 às 13:15Kami
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Wow, it’s alive
28 de Março de 2011 às 13:48Blue
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Indeed, tá vivo! Por enquanto, pelo menos. Bateu-me aquela saudade de ser útil para a malta e portanto falei com o Deevian para fazermos isto.
Cheers, Kami boy!
28 de Março de 2011 às 20:29Tsumori
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Aposto que não chega aos 10 posts.
28 de Março de 2011 às 20:32Blue
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Já viste? Se forem só posts de antevisão vamos ter de manter o blogue durante anos. Fodido!
28 de Março de 2011 às 22:29Mdrt
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O Star Driver acaba para a semana, não é? *sigh*
Anyway, vi o pv la do Animu da PA e tinha mesmo bom aspecto. Tal como o animu do director do H&C 2. Quanto ao resto, não sei. Nichijou, ya. Vi a OVA mas só gostei da parte final. Mas a série deve ser melhor. Agora o resto, vou esperar para ver como sai :c
28 de Março de 2011 às 22:38Blue
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Acaba, é uma chatice. Mas eu cá quero é S;G e Dororon Emna-kun, seca!
28 de Março de 2011 às 22:42Mdrt
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Dororon Enma-kun não conhecia. Vou espreitar, já que falas bem.
E sinceramente, nem sei o que esperar do S;G. Mas pronto, começa já para a semana ^o^
28 de Março de 2011 às 22:59Blue
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Começa desde que não haja outro terramoto e mudem os horários. Por acaso era algo que devia ter avisado no post, as datas não são muito de fiar com a situação vivida pelos japoneses, já várias séries tiveram a sua estreia adiada por uma semana. As datas colocadas nos posts correspondem ás últimas actualizações quanto a isso, ou, pelo menos, assim esperamos, que foi o que conseguimos encontrar de info haha.
28 de Março de 2011 às 23:06Mdrt
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Yeah, porque o AnoHana e o Moshidora já deviam ter começado :c
29 de Março de 2011 às 10:26Relisys
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Só vou ver o Showa Monogatari porque é o mais indie deles todos!
29 de Março de 2011 às 11:18Blue
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Bué da indie, man.
11 de Abril de 2011 às 13:47Mdrt
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Entao? A Tenko ja morreu outra vez?
11 de Abril de 2011 às 13:47Relisys
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Já morreu? Faz aí alta review do Iroha.
11 de Abril de 2011 às 20:50Blue
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É só ler, indie boys. Acho que vamos manter o blol só para previews das próximas temporadas. Ou então dá-me na tola e não. Mas até lá, é o plano.
JUFINHAS. Btw, Iroha rula.
12 de Abril de 2011 às 00:53Mdrt
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Então é um post a cada 3 meses?:’( So sad.
3 de Junho de 2011 às 09:02Relisys
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Já falta pouco para um post novo!